ju-pintor-28

Psicóloga em Indaiatuba, SP

Juliana Pintor Furlanetto

Psicologia Clínica - CRP 06/64531

Como lidar melhor com o meio à sua volta, com as pessoas, situações e sistemas – grupos que fazemos parte: escola, família, trabalho.

Depressão, pânico, ansiedade; como lidar com crianças, adolescentes e adultos.

"O meu principal objetivo é que o paciente tome consciência de si mesmo, consiga perceber quais suas possibilidades e o que pode fazer para que seu desconforto ou dor, seja pelo menos amenizado - mas que principalmente, possa ressignificar o seu próprio olhar."

Formação e Especializações

  • Pós-graduação em Psicanálise Clínica
  • Participação em grupo de estudos em Psico-oncologia
  • Psicoterapia Infantil Junguiana
  • Mitologia Grega e Psicologia Analítica
  • Argila como Recurso Terapêutico
  • Mandalas como Recurso Terapêutico
  • Orientação Profissional

Tratamentos e Recursos

  • Terapia Verbal
  • Recursos terapêuticos como desenhos, argila e mandalas
  • Análise de sonhos e conteúdos simbólicos
  • Jogos elaborados por psicólogos

Propósito

O aperfeiçoamento deve ser constante em nossas vidas e a intenção na produção desses conteúdos é que o público tenha acesso a artigos que possam, de alguma forma, auxiliá-los a olhar para si, a se perceberem, e consequentemente, pelo menos amenizar uma possível dor, um desconforto, e manter a esperança, de que possuímos infinitas possibilidades de diferentes atitudes e caminhos a serem tomados.

Muitas vezes estamos tão tomados pelos problemas, por questões que doem no coração e na alma, como a perda de algo, um emprego, por exemplo, ou de alguém, de um relacionamento amoroso, ou um ente querido, não só por falecimento, mas por partida para um outro local; por dificuldades financeiras, de relacionamento com pessoas no trabalho, conhecidos, familiares, enfim, por diversos motivos, que nos perdemos, não conseguimos identificar nem nossos próprios sentimentos, muito menos, quem somos, ou o que queremos.

Vivemos em uma sociedade que impõe muitos padrões e muitas vezes nem percebemos que estamos presos no sentido de nos preocuparmos em demasia com o que os outros vão pensar ou achar do que estamos fazendo; já queremos prever a reação do outro e sofremos por antecipação, sendo que nem ao menos conversamos, nem ao menos expomos o que pensamos ou sentimos. Mas aí é possível perceber que a questão a ser trabalhada é anterior a estes aspectos, pois será que sabemos o que nós mesmos estamos pensando? Qual a nossa própria opinião sobre o assunto? Qual o nosso próprio sentimento?

Há escolhas e possibilidades à nossa frente, mas precisamos percebê-las e identificá-las, enfim, tomar consciência do que se descortina à nossa frente, e quais as condições que temos para trabalhar com tudo isso.

É de fundamental importância que estejamos conscientes de quem somos, do que estamos sentindo, do que realmente faz parte do nosso ser, das nossas culpas (será que são todas nossas realmente?), das nossas mágoas, e principalmente, do que queremos e das possibilidades que temos à nossa disposição.

É claro que os conteúdos podem ajudar a despertar, mas é fundamental que seja realizado um trabalho mais profundo e, portanto, a busca por ajuda profissional muitas vezes é necessária. Há muito preconceito ainda, pois muito ainda se acredita que psicólogo, ou mesmo, quando é necessária intervenção psiquiátrica, é para ‘louco’. Ainda há muita resistência. Mas por outro lado, muito já foi feito e conquistado, ainda bem!

Blog

Comportamento

Fazer o que é necessário… agora!

O comportamento de muitas vezes adiarmos projetos ou tarefas, o “deixar para depois”, ir “empurrando com a barriga” é chamado de procrastinação. Acabamos fazendo várias coisas antes do que é realmente necessário, ou não fazemos nada efetivamente em relação ao que é de fato preciso realizar. Este tipo de atitude é muito comum, porém, muito

Leia mais >
Comportamento

Adolescência – amenizando conflitos entre pais e filhos

A grande questão é: Como dar asas aos nossos filhos, mas também raízes?
A princípio pode parecer um questionamento paradoxal, mas ao mesmo tempo que nossas raízes devem estar presentes na vida de nossos filhos, na adolescência a necessidade de independência vai se ampliando…
Mas como fazer isso com segurança? Já que eles vivem em um mundo conturbado, de escola, família, atividades extracurriculares, redes sociais, e com certeza deve haver mais itens nessa lista!
Sem contar que tudo nesta fase é muito intenso e muitas escolhas devem ser feitas, muitas das quais terão consequências para o resto de suas vidas…

Leia mais >